Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
Tipo

In 1985, I thought of “like” as a trite survivor of the hippie sixties. By itself, a little slang would not have disqualified the junior from NYU. But I was surprised to hear antique argot from a communications major looking for work in a speechwriting office, where job applicants would normally showcase their language skills. I was even more surprised when the next three candidates also laced their conversation with “like.” Most troubling was a puzzling drop in the quality of their writing samples. It took six tries, but eventually I found a student every bit as good as his predecessors. Then came 1986.



publicado por jorge c. às 11:35
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