Sábado, 9 de Julho de 2011
A estepe

Enquanto na grande maioria dos países do Norte de África e do Médio Oriente, que experimentaram revoltas nos últimos meses, a qualidade de vida e o desenvolvimento são uma realidade razoável, no Sudão do Sul nem sequer são palavras comuns. Trata-se de uma região onde circulam muitos nómadas e que, numa narrativa pouco ou nada descentralizada, sempre esteve longe da capital, para tudo. Resumindo: é uma região muito pobre.

A relevância desta nova vida do Sudão do Sul é muita. Ao contrário das revoltas de Março, a independência sulista no Sudão requer uma atenção especial às dinâmicas de desenvolvimento, à narrativa política, à segurança interna e às relações internacionais. É, claramente, um parente pobre das Nações sem nada que interesse ao mundo.

Se há causa em que nos devíamos empenhar, é esta, a de uma jovem nação enfraquecida pela história, com muitas dificuldades de sobrevivência e um caminho muito longo para a dignidade humana. Bem sei que não tem o charme do Cairo e das revoluções pop, televisionadas de cocktail na mão mas, tem a característica básica de uma civilização que deveria chamar à atenção de todos - a humanidade.



publicado por jorge c. às 11:56
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