Quarta-feira, 31 de Março de 2010
vai ficar tudo bem, não se preocupem



publicado por jorge c. às 13:34
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Terça-feira, 30 de Março de 2010
...

Estarei um pouco ocupado nos próximos dias, mas sempre que possível tentarei deixar aqui pequenos pedaços do meu génio e da minha modernidade. Entretanto, seguindo a tradição da blogosfera portuguesa, também eu citarei ao calhas um autor qualquer para validar a minha suma intelectual. Vou escapar à tentação do Eça. Portugal nunca conheceu tanto queiroziano.

 

"O marxismo é precisamente uma religião no sentido mais impuro da palavra. Ele tem, sobretudo, em comum com todas as formas inferiores da vida religiosa, o facto de ter sido continuadamente utilizado como um ópio do povo, segundo a expressão de Marx."

 

Simone Weill



publicado por jorge c. às 15:04
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Segunda-feira, 29 de Março de 2010
escassez de recursos

Acabo de ver nas notícias os protestos por causa do fecho do SAP de Valença. Ao tentar entrar no Centro de Saúde a directora foi barrada por populares furiosos. Ao longe ouve-se uma voz: "o Centro de Saúde é nosso. Fora daqui".

Não, minha senhora, o Centro de Saúde não é de ninguém, muito menos vosso. O Centro de Saúde é uma conformação do Estado de um direito fundamental, mas que, por escassez de recursos pode ser diminuído. A assistência de saúde não deixa de existir. O que deixa de existir é um serviço nocturno que não tinha utentes suficientes para justificar a sua manutenção. Concordando-se ou não, isto é uma opção política válida legítima e que a pobre da directora do centro não pode contrariar. Tudo o resto é demagogia.

Vivemos numa sociedade livre e plural onde a escassez de recursos à disposição do Estado não é uma "repartição desses mesmos recursos segundo um princípio de igualdade, mas sim uma verdadeira opção quanto à respectiva afectação material" (Vieira de Andrade) consoante as necessidades, as circunstâncias e a sua relevância.



publicado por jorge c. às 13:06
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vísceras à moda do porto

Em Dezembro de 2009, para o portistas, o Benfica era uma equipa com os dias contados, que estava com um rendimento excessivo e que isso se iria revelar na queda vertiginosa do clube. Então, eles ir-se-iam rir e ver o seu Porto, que estava a crescer, a ganhar o campeonato. Por essa altura, o jogador Hulk começava a ser do desagrado dos portistas por vários motivos, entre os quais ser demasiado individualista, ter pouca cultura táctica e ter, apenas, 2 golos no campeonato.

Entretanto o FC Porto foi jogar à Luz. No momento em que Saviola empurrou para dentro da baliza os rostos quebraram. Hulk era, naquele preciso momento, e passo a citar alguns dos que me acompanhavam nesse dia, "um burro, guloso". No preciso momento em que o árbitro apitou o FC Porto ficou a 4 pontos, salvo erro, do Benfica. A partir daí Hulk não voltaria a jogar por castigo. Depois de começar a sua queda, uma queda típica que os Benfiquistas conhecem bem e que se deve a uma má política de contratações, uma má escolha de treinador e demasiado envolvimento de pessoas com outros interesses que não o futebol.

A desculpa que o mau campeonato que o FC Porto está a fazer se deve ao castigo de Hulk torna-se, portanto, patética. Um jogador com 2 golos em 4 meses, que é tendencialmente um jogador individualista e rematador, não pode ser assim tão relevante. E quando a equipa não arranja soluções para a sua substituição, então é porque algo está errado.

Também com Ruben Micael a história foi semelhante. Tinha chegado o salvador. A verdade é que têm sido mais os jogos de irrelevância do que o contrário. Os portistas excederam-se nas expectativas e depositaram toda a sua esperança em meia-dúzia de jogadores. Agora culpam os outros. É tudo muito típico.


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publicado por jorge c. às 12:00
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Domingo, 28 de Março de 2010
Dissimulação

O problema da pedofilia em grupos específicos não é um problema exclusivo da Igreja Católica, mas sim um problema dos círculos de poder. Um bom exemplo disso (à sua escala, evidentemente) é o caso da Casa Pia onde, apesar de ainda não haver trânsito em julgado, o núcleo central dos arguidos são indivíduos inseridos num círculo de influência e poder, o que acaba por ser no mínimo sugestivo ou indiciário.

 

A pedofilia é um crime hediondo, um crime demasiado grave para ser utilizado como arma de arremesso contra uma instituição religiosa. Pior do que isso é julgar a fé dos católicos pelo comportamento de homens, indivíduos com uma vontade própria e que não representam a fé mas sim a instituição. Quero com isto dizer que quem tem de ser censurado e punido é o homem e não a religião, ou a fé, como tem vindo a ser sugerido surrateiramente por uma certa mentalidade ateísta primária e desprovida de lucidez.

 

É claro que a instituição tem responsabilidades acrescidas e o crime deve ser encarado como acção qualificada a partir do momento em que se parte de uma posição de domínio e de aproveitamento da relevância social para subjugar uma parte claramente mais fraca. E desta responsabilidade não está excluído o representante máximo da Igreja se ficar claro que foi cúmplice com o crime e que, além disso, ainda tentou branqueá-lo. Antes da violação dos valores que regem a sua própria instituição - uma avaliação que deve ser feita por todos os católicos - está a violação da lei, a prática de um crime previsto e punível, a inobservância de uma conduta moral que visa proteger a dignidade humana. É disto que falamos em primeiro lugar e é isto que temos de condenar. Usá-lo para dar voz a um ódio religioso é uma atitude desprezível.

 

Adenda: A ler este artigo de António Marujo, via Nuno Miguel Guedes.



publicado por jorge c. às 16:55
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Herculano

Quando o seu dia chegou, soube de que lado estava. Bateu-se como um herói. Foi um herói.



publicado por jorge c. às 13:41
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Sábado, 27 de Março de 2010
rumba de sábado à noite



publicado por jorge c. às 16:41
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a queda do regime II

O grande mérito das políticas reformistas é a sua prudência e objectividade em relação aos resultados produzidos, aos efeitos estruturais e globais. Um partido que se diz reformista, porque sabe que num momento de maior aperto social e financeiro isso é uma vantagem retórica, quer ter a certeza de um resultado imediato e quantificável, descuidando os efeitos negativos que a efemeridade desses processos possa produzir. Esta linguagem está, portanto, mais próxima do progressismo típico do socialismo europeu do que do reformismo de facto e manifesta-se de forma demagógica de modo a seduzir o eleitorado. A prática tem tido péssimos resultados no plano do desenvolvimento social e de crescimento económico. No entanto, tem tendência a manter-se.

 

Em tese, um partido reformista não está dependente da opinião pública nem desvia o rumo em que acredita para alimentar o pensamento único e chegar consequentemente ao poder. Um regime que valoriza mais o progressismo do que o reformismo estará, assim, condenado ao "poder à vez": agora vais tu, agora vou eu. O eleitorado, satisfeito com o paternalismo do Estado e com a ausência de rumo, aceita este jogo de figuras, da política fulanizada que quer ganhar o prémio de "empregado do mês", ou pelo menos o mais moderno.


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publicado por jorge c. às 15:52
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a queda do regime

A tendência dentro dos partidos de poder nestes últimos anos tem sido a de dedicarem todo o seu tempo à procura daquilo que as pessoas querem ouvir, partindo daí para um discurso de guião e sempre com a ideia de que a qualidade das políticas e a defesa dos seus princípios de base estão condicionadas pelos resultados eleitorais. Ora, eu, por exemplo, queria ouvir que sou bonito, charmoso e moderno. No entanto, a realidade indica-me que sou apenas moderno.

 

É certo que o mundo muda, que as circunstâncias sociais e económicas se alteram a cada instante. Mas, numa sociedade organizada o que se exige é que haja uma coerência na linha política que se quer seguir já que o eleitorado - essa espécie de cliente da política partidária de hoje - vai depositar confiança nessa expectativa e escolher a partir daí. Quando se dedicam todos os esforços à aparência e ao lugar-comum para agradar ao eleitorado cria-se uma certa tendência para a futilidade política que, em rigor, está a enganar e a prejudicar os cidadãos. Não que eles não gostem.

 

A grande quebra com esta realidade, que sugere uma decadência silenciosa do regime, seria um partido que se mostrasse consistente nas suas ideias, com um objectivo concreto e reformista, e não como um barco que navega ao sabor do vento ou como quem se veste conforme variam as modas.


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publicado por jorge c. às 14:01
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Sexta-feira, 26 de Março de 2010
regras

Não compreendo o alarido em torno da condenação de Ricardo Sá Fernandes por difamação. O objectivo de um processo judicial deste tipo é a defesa do bom nome dos cidadãos. Um advogado, um representante da justiça, não pode sair por aí a chamar criminoso a quem quer que seja antes das sentenças transitarem em julgado. Isso não é ser complacente com a corrupção ou qualquer outro tipo de crime, é apenas respeitar os princípios basilares do direito processual. Sá Fernandes tem toda a liberdade de dizer o que lhe apetecer, mas os tribunais também existem para defender a liberdade da outra parte exigir a defesa da sua honra no cumprimento das mais elementares regras deontológicas, para já não falar em bom senso.


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publicado por jorge c. às 17:20
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um rumo

 

Diz o António Parente em comentário aí para baixo que o PSD é um partido sem rumo e sem programa. Eu discordo e ainda bem que ele levanta esse eventual problema porque faltou-me referir um aspecto muito importante da situação actual do PSD: a saída de Manuela Ferreira Leite.

 

Durante dois anos o PSD teve uma estratégia coerente e bem presente no discurso de Ferreira Leite. Apesar disso, o país decidiu ignorar o diagnóstico e as recomendações da líder do PSD e optou por dar mais relevo aos seus problemas de comunicação e de imagem. Não é de admirar, num país que tende cada vez mais para a valorização da superficialidade do que para a compreensão do conteúdo.

 

Não é necessário estar aqui a lembrar que foi Ferreira Leite que chamou à atenção para a necessidade de dar uma resposta mais eficaz e tempestiva aos problemas da maior fonte de criação de emprego em Portugal - as pequenas e médias empresas. Este discurso foi introduzido por esta liderança do PSD no sentido de dar mais força à autonomia privada libertando os particulares do peso excessivo do Estado em todas as decisões do seu quotidiano. O próprio programa do PSD para as legislativas deixava isso bem claro.

 

Ao vazio de liderança no PSD há precisamente dois anos atrás deu-se uma resposta de consistência e consciência política, uma resposta solucionista que o país preferiu ignorar por mero preconceito. Mas sobre o preconceito e a patética diabolização do conservadorismo em Portugal falarei noutra altura. Para já resta-me dizer que lamento o tratamento dado a Manuela Ferreira Leite que, por mais que não fosse uma líder de grande firmeza ou convicção, foi e é uma política de responsabilidade e coerência de princípios estratégicos. Deixará saudades, pelo menos em quem não encara a política como uma guerra identitária.


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publicado por jorge c. às 15:28
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Quinta-feira, 25 de Março de 2010
a fava certa

A menos de 24 horas das eleições para o PSD, chego ainda a tempo de dizer qualquer coisa. Muita tinta foi derramada por causa desta corrida à liderança do partido. Também houve vontade de sangue. No espaço de um mês disse-se tanto e tão pouco sobre aquilo que é o PSD e os seus candidatos que custa a acreditar que vivemos todos no mesmo país. É mais fácil acreditar que se vive no país que convém de semana para semana a cada qual. Julgo que não é por mal que se faz tanta análise distorcida. É apenas a histeria habitual dos actos eleitorais em Portugal que ganha contornos de arena romana ou circo sul americano.

 

Não é a primeira vez que o PSD está tão mal servido de candidatos à sua liderança. A disputa entre Menezes e Marques Mendes marcou a primeira vez que me senti envergonhado por apoiar activamente um partido político, mas também não vou agora expor as razões que me levam a tal apoio, deixando isso para outra altura. O que me interessa neste preciso momento é manifestar o meu desconforto com a total falta de alternativas de poder. O que está a acontecer com os militantes do PSD é que começaram a nivelar as suas escolhas por baixo. Dos 4 candidatos não há um único que se encontre em totais condições de oferecer aos portugueses uma alternativa sólida e de confiança.

 

Não é de todo compreensível que militantes e apoiantes do PSD que andaram durante uma legislatura inteira a criticar José Sócrates pela falta de conteúdo e pela superficialidade das suas políticas, que condenaram o favorecimento mediático das chamadas "causas fracturantes" em deterimento de questões que se têm revelado hoje de uma gravidade sem precedentes, que se insurgiram contra a política dos resultados deste governo, venham agora apoiar um candidato que preenche todos estes requisitos. Pedro Passos Coelho é uma incógnita porque ninguém sabe que princípios ele vai defender amanhã. Aliás, isso pouco lhe parece interessar porque é o circunstancialismo eleitoral que parece formar a sua vontade política. Um homem que já foi a favor das grandes obras públicas em período de crise e que se dizia, ao mesmo tempo, liberal; um homem que agora parece já não achar o mesmo, tal e qual como a privatização da Caixa Geral de Depósitos; um homem que fez campanha com estas incoerências, durante dois anos, contra a direcção do seu próprio partido. Isto para não falar dos ataques dos seus apoiantes a Paulo Rangel desde a sua apresentação como candidato. É que uma coisa é confrontar projectos políticos e outra completamente diferente é estabelecer juízos de valor e de princípio acerca de alguém de quem se disse precisamente o contrário nem há um ano atrás. Não falo obviamente de Rangel candidato ao Parlamento Europeu, mas acima de tudo do líder parlamentar cuja oratória e capacidade de confrontação ao governo pareciam agradar a todos.

 

Mas nem vale a pena entrar por esta guerra civil entre claques de candidatos porque do lado de Paulo Rangel a coisa não é certamente mais simpática. E nem o maior problema de Rangel é a sua entourage mas sim a oportunidade da sua candidatura. Paulo Rangel é, muito provavelmente, a maior revelação da política portuguesa dos últimos 15 anos. Revejo-me em grande parte da sua forma de encarar a política e o espaço que esta ocupa ou deve ocupar. Mas nem por isso este candidato tem de ser uma boa solução para o partido. Quer-me parecer que a candidatura de Rangel foi imprudente. E essa imprudência pode-lhe custar caro mais tarde quando estiver mais à altura deste desafio que é liderar um partido com aspiração e tendência para governar. Paulo Rangel não tem massa política suficiente para se aguentar, e quando digo massa política refiro-me ao apoio e compreensão ou até mesmo ao conhecimento e reconhecimento dos vários sectores da sociedade portuguesa. A sua ideia de ruptura é muito boa e apelativa a quem se mostra um pouco cansado do estado actual das coisas. Contudo, o candidato tem tendência para abraçar mais depressa a famigerada real politik do que a ruptura com um regime decrépito e corrompido por dentro. Isto não dá, como é evidente, qualquer confiança aos cidadãos, e um político para ambicionar mudar alguma coisa tem de transmitir essa confiança com uma conduta objectiva e inequívoca.

 

Ora, depois destas fragilidades dos dois candidatos, cheguei a acreditar que a candidatura de José Pedro Aguiar-Branco pudesse representar a solução de poder que o PSD necessitava para resolver o problema da saída de Manuela Ferreira Leite. Aguiar-Branco, apesar da inultrpassável falta de carisma, reunia a meu ver uma característica fundamental do agrado do eleitorado do PSD - a defesa do regime tal como ele é, um Estado-Providência sem grandes propostas de liberalização disto e daquilo. O candidato seria a mudança dos valores que norteiam os homens da política. Acreditei, enfim, na capacidade que a sua postura séria e a sua rectidão teriam para renovar a confiança dos portugueses naqueles que os governam. No entanto, Aguiar-Branco acabou por se portar como um garoto e adoptou um discurso que só o tem feito perder apoios, tanto dentro como fora do PSD. E ninguém pode acreditar que alguém que está mais preocupado em discutir chatices com amigos do que discutir programas políticos sirva ao país. Nem sequer aproveitou o conhecimento que tinha das pastas mediáticas como líder do grupo parlamentar.

 

Toda esta campanha assustou pela pobreza de espírito e pela histeria. Não consigo imaginar um líder do PSD assim. Mas digo desde já que não acredito que o próximo líder do PSD seja necessariamente Primeiro-ministro. Isso é wishful thinking. Agora, uma campanha e uma liderança são coisas diferentes. Pode ser que as coisas mudem. É esperar.


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publicado por jorge c. às 17:22
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Salvem a Pátria

Nem há tanto tempo quanto isso o nosso Prémio Nobel da Literatura - galardão individual que parece funcionar como uma espécie de orgulho colectivo - afirmou que a Bíblia era um manual de maus costumes com um ar muito espantado. Pois é natural. Saramago estava habituado a estruturas de perfeição sublime como o leninismo, o maoísmo ou até a Cuba de Fidel, que para já não encaixa em nenhum ismo destes mais conhecidos. Ninguém conseguiu explicar ao escritor que a intenção do manual judaico-cristão é mesmo a de mostrar a imperfeição, as fragilidades e as vicissitudes da vida sob o olhar atento de Deus e a mão generosa de Cristo para que o Homem se consciencialize.

 

Será, portanto, um exagero pedir ao Homem a perfeição. Seria, aliás, impossível que a perfeição pretendida fosse constante já que o mundo muda a cada segundo. A vida, José, é irregular e imprevisível. E é exactamente no contexto da diversidade consequente que temos de viver e conviver. A política nasce e orienta-se a partir daí, como um manual de maus costumes. O princípio é "a partir daqui só pode correr pior" e a sorte é que apareça alguém que tenha intenção de fazer um bocadinho melhor. Isto na prática é quase impossível pelo simples facto de a política necessitar sempre de um apoio dos sectores mais relevantes.

 

Também para escrever sobre costumes, política e afins é necessário ter algum apoio. Daí que este blog esteja condenado à partida. Ninguém perde tempo com alguém que não tem sequer uma proximidade relativa em relação aos outros. Sidónio Pais disse "Eu tenho hoje a hostilidade declarada das esquerdas ao mesmo tempo que a falta de apoio das direitas". É como eu. Resta-me o apoio popular e o sorriso do General Eanes.

 

Queria deixar só uma nota final de agradecimento ao Pedro Neves que é o criador deste design moderno e de nível internacional e também à Maria João Nogueira por ser uma pessoa moderna e espectacular.



publicado por jorge c. às 11:09
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