Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
Revisão e programa

Volto por pouco ao tema da proposta de Revisão Constitucional do PSD. Tinha decidido não comentá-la do ponto de vista material por não passar de um projecto embrionário. E continuarei sem o fazer até a proposta se concretizar.

Contudo, não posso deixar de fazer uma pequena observação sobre esta intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa. Está lá tudo. O PSD tem de distinguir aquilo que é a Revisão Constitucional das suas propostas governativas. Uma confusão das duas não é desejável, nem tampouco aceitável. Porque o que se espera de um partido em democracia é que este não confunda as suas linhas programáticas com matérias de dignidade constitucional, valores mais gerais e amplos.



publicado por jorge c. às 18:16
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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
Algumas notas políticas dos últimos dias

1. O PCP apresentou Francisco Lopes como candidato presidencial. Era de esperar que o comunista fosse empurrado para algum lado, depois de nos últimos 2 anos ser responsável por alguns comunicados do seu partido. Era um sinal. Mas talvez surpreenda que tão fraca figura seja a cara do PC à mais alta magistratura da nação. Isto sugere-nos apenas que Cavaco tem cada vez mais a vida facilitada.

 

2. O Presidente da República, interrogado sobre a embrionária proposta de revisão constitucional que poderá ser apresentada pelo PSD, respondeu aos jornalistas perguntando se já havia entrado algo na Assembleia da República. É claro que mesmo que tivesse entrado, Cavaco diria que "não é altura para o PR comentar esta situação", como já vem sendo hábito, pois temos um Presidente que prefere comentar filamentos de vacas leiteiras. Mas, a verdade é que foi o único a dizer o óbvio. Ninguém pensou que fosse necessário, mas depois das constantes declarações diabolizadoras e populistas da esquerda, e sobretudo do PS, parece que foi mesmo necessário. A falta de honestidade intelectual é, a cada dia que passa, ainda mais assustadora.

 

3. Ahmadinejad revelou ao mundo o que anda por debaixo das saias do Irão - "um mensageiro da paz que mata". Não tendo prestado muita atenção às características do novo brinquedo de guerra, não posso deixar de reparar que esta postura do Irão face ao mundo inteiro acaba por ter muito menos impacto do que as execuções sumárias no grande público, ou pelo menos em parte dele, parte significativa e participativa. Também eu estive presente no Camões naquela vigília que tanta polemicazinha tem gerado na blogosfera (é de ficar de boca aberta, como bem nota Alexandre Homem Cristo, apesar do exagero do "ódio", pois eu chamar-lhe-ia mais palermice), mas no meio de tanta gente não ouvi ninguém tocar no assunto. Bem sei que não é um factor tão emocional. Ainda assim, se calhar um aviãozinho destes é capaz de violar uns quantos direitos humanos. Digo eu.

 

4. O CDS é um lugar estranho. Depois de nas últimas rentrées ter apostado na discrição, na sobriedade dos grupos de estudo e na necessidade de apresentar ideias longe de um discurso demagógico (foi esta a ideia com que fiquei, perdoem-me se estou errado), o Partido de Portas regressa ao circo das feiras e dos comícios inflamados, pondo tudo em alerta e ameaçando o governo sabe-se lá bem com o quê. É tudo tão confuso. Talvez seja este um dos motivos pelos quais nunca conseguirei votar num CDS em que Paulo Portas seja líder, ou até mesmo num CDS que aceita toda esta palermice.



publicado por jorge c. às 18:32
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Domingo, 29 de Agosto de 2010
Batata quente

Leio no Expresso uma reportagem sobre o processo Casa Pia. Parece que os advogados estão confiantes que o processo se arraste por mais uns anos. Para quem ler a notícia sem conhecer o caso, o mais provável é acreditar que se trata de verdadeira indignação. Garanto que não. Se bem estou recordado, ao longo destes 5 ou 6 anos foram os advogados que apresentaram as milhares de testemunhas que foram ouvidas; foram os advogados que apontaram incidentes processuais e encheram as gavetas dos tribunais de requerimentos. Entre muitos pequenos pormenores, foram os advogados que deram um enorme contributo para a morosidade deste processo e que rasgaram a necessidade dos seus próprios constituintes limparem o seu nome e a sua imagem, que é o princípio fundamental do estatuto do arguido.

Na Justiça, como em muitas outras estruturas da sociedade, os intervenientes apontam o dedo uns aos outros. Auto-responsabilização é que não. Todo um país assim. Desde que haja a quem apontar o dedo está tudo bem. É uma espécie de zona de conforto onde os problemas complexos, difíceis de resolver, são abafados por julgamentos populares. Enquanto isso, vão-se abrindo maus precedentes na forma de gerir tudo o que envolve a Justiça. Não é só este ou aquele processo que ficam afectados, mas irremediavelmente todos aqueles que se seguirem.


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publicado por jorge c. às 15:14
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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Rumba do fim-de-semana inteiro


publicado por jorge c. às 13:12
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Terça-feira, 17 de Agosto de 2010
Os Beatles e o conservadorismo moderno

Ali em baixo, no post sobre os 50 anos dos Beatles, o comentador Alexandre Carvalho da Silveira diz que "a banda" são os Rolling Stones. ACS comete um erro, não só de interpretação do meu post, como também um erro histórico. Este erro acaba por ser muito útil para retomar a minha conversa chata e enervante sobre as maravilhas do conservadorismo.

Mas, vamos primeiro ao erro histórico. A relevância dos Beatles no panorama da música popular contemporânea não é sequer discutível. Parece ser por demais evidente a influência que a banda teve na história do pop/rock. Já os Rolling Stones, que aparecem um pouco mais tarde, terão certamente o seu cunho na história do rock'n'roll, mas não serão uma referência tão marcante num espectro mais alargado.

Quanto ao erro de interpretação do meu post, este passa por ter comentado como se eu estivesse a estabelecer uma preferência. Pois se o fizesse, não seriam os Beatles a levar com o epíteto de "A Banda", mas sim os Zeppelin. Acontece que o meu post é mais sobre a história da música do que sobre uma preferência, e história é história, não se pode inventar muito, nem tampouco confundir aquilo que é a nossa preferência com aquilo que acontece de facto.

E por que é que isto é um erro?

É muito comum fazermos este juízo em relação a todas as áreas que são do domínio público. Na política, por exemplo. Eu posso acreditar convictamente que a aristocracia é o melhor sistema político, mas se eu considerar os factores culturais dentro dos trâmites republicanos, tenho de preservar aquele sistema que se adequa mais a uma realidade que existe e não a uma sobre a qual eu especulo. A minha preferência pode não encontrar reflexo na realidade. Se eu sou dj numa rádio de música popular não vou passar meia hora de transe.

Com a imposição das nossas preferências o que estamos a fazer é tentar mudar mentalidades. Queremos ser os grandes educadores do povo. Esta atitude paternalista não encontra correspondência na tendência democrática da nossa linguagem civilizacional. Daí que ser conservador importe, mais do que tudo, tentar salvaguardar a estrutura actual (não a mais actual) por uma questão de equilíbrio e sustentabilidade. Ser conservador em 2010 não é ser conservador em 1960. Não se é conservador ou, no limite, reaccionário numa época que já passou. Tudo aquilo que aconteceu no mundo, aconteceu. Não há muito a fazer. Se os Beatles acabaram por ser mais relevantes no panorama musical universal, não podemos tentar mudar essa realidade. Se foi para um Estado Providência que caminhámos, então temos de assumi-lo e tentar assegurar a sua eficiência.

 



publicado por jorge c. às 10:57
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010
A seguir..

... esta série dedicada aos 50 anos da Guerra Colonial, por Irene Pimentel, alguém por quem nutro imenso respeito e admiração, de dia para dia, sempre um pouco mais; alguém com quem só se pode aprender.



publicado por jorge c. às 22:57
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Um ministério sem talento

Sabemos que estmos fora de Portugal quando vemos o património cultural bem preservado, devidamente indicado e disponível. O património é a nossa melhor fonte de memória colectiva. Protegê-lo e sustentá-lo é uma obrigação de todos e, como tal, do Estado.

Se há alguma coisa que o Ministério da Cultura deveria fazer era salvaguardar o património, gerindo a sua manutenção, que é algo substancialmente mais importante que comprar quadros ao sr. Berardo, não desfazendo.

Portanto, esta notícia reflecte o respeito que um país tem pela sua memória.



publicado por jorge c. às 12:13
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Sábado, 14 de Agosto de 2010
The Band

O que distingue um hype de um valor seguro, na música pelo menos, é a revelação. Para que alguém se torne um valor seguro é, portanto, necessário que se revele ao mundo como algo perfeitamente novo. Nem sequer se fala aqui no factor originalidade enquanto característica do trabalho. Basta ser uma voz diferente, basta a estrutura harmónico-melódica trazer nova respiração ou o crossover das influências trazer uma nova sonoridade.

Acontece que há 50 anos atrás tudo isto aconteceu com aquela que nasceu como a primeira banda de rock, pelo menos na estrutura como conhecemos hoje a música popular. O mundo estava habituado a artistas solo, big bands, quintetos e sextetos liderados por uma, no máximo duas figuras. O pós-guerra tinha trazido a música e parte significativa da estética cultural americana. Porém, o folk mantinha-se na formação dos novos músicos ingleses. O seu lado cançonetista viria sempre à tona.

É evidente que o cenário era propício. Mas, não deixa também de ser evidente que só com inteligência, personalidade e qualidade se transforma tudo isso em talento e num espólio de dezenas e dezenas de canções que seguramente fazem parte da banda sonora de milhões de pessoas por todo o mundo de há 50 anos para cá.

Será, portanto, natural falarmos de Beatles como "A Banda", como o berço da música popular contemporânea tal como a conhecemos, do mais simples dos poemas que torna a sua própria narrativa na nossa narrativa.

 



publicado por jorge c. às 10:07
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010
Ainda sobre a opinião pública...

... e agora mais propriamente sobre a opinião publicada, surgem hoje novas linguagens que vão cada vez mais ao encontro do que foi dito no post anterior. As redes sociais e a blogosfera são hoje um palco para os insignificantes (uns mais do que outros). Fazer opinião tornou-se mais acessível. Mas se isto tem todo um tom positivo a priori, o que se revela mais tarde é uma descarga de frustrações e de má formação de carácter ou de inadaptação emocional.

Repare-se, por exemplo, nos nossos cronistas habituais. Todas as suas opiniões são baseadas em acontecimentos políticos, umas vezes mais agrestes nas suas insinuações ou ataques directos a pessoas concretas, por norma figuras que se poderão defender usando ou os mesmos meios, ou recorrendo à tutela judicial.

O que se passa hoje na internet é algo completamente diferente. As opiniões de Pacheco Pereira, Ana Gomes, Pulido Valente, Maria José Nogueira Pinto, Rui Tavares ou de Fernanda Câncio são motivo imediato para uma enxurrada da ataques pessoais, juízos de valor e boatos infundados. É tudo lateral e raramente se conclui uma opinião política com argumentos políticos. São opiniões sobre opiniões. Eu próprio fui vítima desse disparate até ao dia em que deixei de me levar tão a sério e aprendi a respeitar ou ignorar as opiniões dos outros. Foi fácil, bastou ver as figuras que outros faziam. Parte do problema nasce de uma patologia social - a razão emocional.

Não percebendo muito bem de onde possa surgir uma linha de argumentação baseada em emoções, esta é muito comum, principalmente em grupos específicos de causas sociais ou religiosas. A defesa ou a evangelização para a sua causa tornam-se agressivas e tudo o que se mostre contrário é julgado como um atentado humanitário, uma força do mal contra a Verdade, ou até mesmo contra si próprios. Neste sentido um fanático religioso ou anti-religioso não difere muito de uma fanática feminista ou de um ambientalista radical. A discussão ideológica desaparece e a única questão que se mantém é emocional, numa linguagem de perseguição e de diabolização.

A gravidade está no facto de muitas destas pessoas perceberem que não estão sozinhas nas suas causas. É que depois elas juntam-se e de uma rede livre de opinião e cidadania passamos a ter um hospício de desadequados.

 



publicado por jorge c. às 11:42
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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010
Um problema de carácter

Se a opinião pública serve para os governos e restantes partidos poderem formular o seu programa imediato, ela nunca pode servir como barómetro de nada. A opinião pública é, em regra, parcial, egoísta e despropositada. Tem-se visto isso mesmo em relação aos problemas que envolvem a Justiça. De repente temos milhares de especialistas em magistraturas. O que não temos, e deveríamos ter, é noção do ridículo e da ignorância. Podíamos perfeitamente colocar a questão deste modo: os portugueses combatem a sua própria ignorância com o ridículo.

Um dos vícios mais comuns da opinião pública é a descredibilização. Imagine-se uma figura de menor relevância que escreve num jornal. Durante determinado período de tempo, comentou sobre certa matéria, sendo que a sua opinião era favorável a um grupo e desfavorável a outro. O que é que faz a opinião pública? Há sempre alguém que conhece alguém. Há sempre alguém que conhece um especialista naquela matéria e que, por conseguinte, aquela pessoa não acerta uma e só diz mentiras. É, aliás, público que ela se transforma em Liliana Romanoff ou que come criancinhas ao pequeno almoço.

É sabido que a democracia é imatura, que os portugueses têm muita dificuldade em lidar com a opinião contrária sem fazer juízos de valor, subjectivos. É sabido que a parcialidade política é muito mais emocional do que ideológica, que a grande maioria dos portugueses desconhece profundamente a raiz e a evolução da sua ideologia política e que, em rigor, há pouca gente a discernir entre os elementos técnicos e os elementos políticos dos assuntos. O problema é que essa imaturidade ofende, é imoral. Dir-se-ia que a opinião pública é mal formada.



publicado por jorge c. às 11:14
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Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010
Para uma vida sustentável

Bem vistas as coisas, a nossa função é trabalhar todos os dias para que nada corra muito mal. Nem para nós, nem para os outros. A tarefa do Homem passa então por cultivar. Todas as grandes crises só aparecem porque há desleixo de alguém, menos esforço, mais egoísmo. Em rigor, se todos cultivássemos a nossa própria estabilidade, que em abstracto é a de todos, talvez não ficássemos a pagar casas ao banco durante 50 anos ou não projectássemos frustrações nossas nos outros. Estes comportamentos, sociais e íntimos, são a título de exemplo um reflexo da infelicidade geral que se espalha como um vírus. A crise só nasce em nós, e só nós podemos acabar com ela.


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publicado por jorge c. às 13:04
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Domingo, 8 de Agosto de 2010
Avante touros de morte!

Torna-se muito fácil discordar de Bruno Sena Martins. Neste post no Aparelho de Estado comete dois erros e demonstra a fragilidade da opinião.

Vamos aos erros. Aquela foto, meus Deus, aquela foto! Há várias campanhas que insistem que os animais sangram da boca por causa das bandarilhas. Photoshopa-se e os incautos comem. Bem, não é preciso ser veterinário para perceber que em qualquer morfologia aquilo seria impossível. Olha, na do homem, por exemplo. Enfim, tudo serve, até esta desonestidade infantil. O segundo erro é mais uma imprecisão. A Monumental de Barcelona foi encerrada há já algum tempo. Barcelona é, desde essa altura, uma cidade anti-taurina. Mas o que mais releva aqui, e então entramos na fragilidade da opinião, é essa posição da Catalunha contra Espanha. É mesmo disso que estamos a tratar, de rivalidade regionalista e separatista, e não de um verdadeiro e efectivo desconforto cultural. Esse marketing catalão é, aliás, bastante intragável. Convence os pós-modernos de qualquer coisa cool e torna-os ainda mais endofóbicos. O tom infantil, fútil e pseudo-revolucionário corresponde precisamente à pequenez regionalista que despreza culturalmente tudo o resto. Parece um paradoxo, mas não é: há muita ignorância nesta zona da intelectualidade. Barcelona é o seu lugar preferido.



publicado por jorge c. às 12:12
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O vírus

O problema do "sistema" não é tanto o sistema em si. Se perguntássemos a todos os portugueses se gostam do actual regime de Estado-Providência em comparação com o que conhecem de outros regimes, arrisco-me a advinhar que uma maioria qualificada de 2/3 responderia que sim. Quer isto dizer que, em princípio, compreende-se que a base do regime não é mázinha de todo. Acontece que, com a sua evolução, há uma série de vícios que se vão entranhando e formando aquilo a que chamamos o "sistema". Esses vícios têm uma tendência viral. Uma vez que alguém o começou, o mais natural é que alguém o continue. Um bom exemplo disso é o entendimento que se dá à expressão real politik e a tolerância com a manipulação de consciências que daí nasce.

Quero com isto dizer que, em rigor, não é o "sistema" que simboliza o regime. É, sim, a perda de valores que serviam para o justificar que constitui a ideia de "sistema". Essa degradação justifica-se com o conformismo, e esse conformismo tem origem na sua característica viral que, como qualquer outro vírus, ataca discretamente sobre a capacidade de reacção das imunidades.



publicado por jorge c. às 11:10
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A ler...

Mas, mesmo que se desse razão ao PGR, é absolutamente inaceitável que num estado de Direito qualquer titular de um cargo público apareça a reclamar das competências que tem, as quais resultam directamente da lei. As pessoas, quando aceitam cargos públicos, sabem quais são as competências que possuem, e devem actuar no estrito quadro da mesmas. Se entendem que esse quadro não é adequado, não devem sequer aceitar o cargo. Discutir o enquadramento da competência do PGR e o papel que deve ter o Ministério Público é tarefa para os políticos e não para o PGR em funções, que tem o dever de permanecer alheio a essa discussão e muito menos deve entrar em polémica com os sindicatos dos profissionais sob a sua tutela.


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publicado por jorge c. às 11:10
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Matem os blogs de comentário político

João Villalobos e Luís Naves têm blog novo. Chama-se Emoções Básicas e à partida pode ser facilmente confundido com um blog de uma quarentona deprimida com falta de sexo que projecta isso mesmo no seu intimismo lamechas. Mas não. Parece que os cavalheiros decidiram finalmente partilhar com o mundo algo que fazem muito melhor do que comentário político. Sem desfazer, por amor de Deus. Passem por lá. Aprende-se sempre qualquer coisa.


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publicado por jorge c. às 11:00
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Sábado, 7 de Agosto de 2010
Rumba da Mouraria


publicado por jorge c. às 14:29
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Domingo, 1 de Agosto de 2010
A ler...

Este post do Carlos Botelho com o qual concordo a 100%.



publicado por jorge c. às 10:35
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Um blog de:
Jorge Lopes de Carvalho mauscostumes@gmail.com
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