Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Do interesse público à futilidade

Nos últimos dias tentei evitar falar no casamento real britânico. Não que tenha alguma coisa contra a perpetuação pública do amor. Muito pelo contrário. Adoro a perpetuação pública do amor e principalmente a perpetuação pública dos escândalos depois do amor. Simplesmente não vejo qualquer relevância no acontecimento, como também não vejo na questão das primeiras-damas e de todo um conjunto de situações que não cabem na minha concepção de República. Acredito que a consolidação do Reino a partir da família real seja uma característica fundamental das monarquias. A solidez familiar pode também ser encarada como um símbolo de conservação da unidade nacional. Nas Repúblicas isto é um absurdo. São outras realidades e devemos compreendê-las no seu contexto cultural e político.

Acontece que os media portugueses tiveram um ataque de caspa e entrou tudo numa histeria cor-de-rosa, em modo sensacionalista. De manhã ainda vi João Adelino Faria animadíssimo a comentar vestidos e protocolos na RTP como se estivesse a apresentar o Fama Show. Agora, à tarde, dou com a página do Diário de Notícias neste estado:


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Que os media considerem que o acontecimento serve o interesse público, é discutível, mas aceito. Que se transformem em revistas cor-de-rosa não é de todo tolerável.



publicado por jorge c. às 16:46
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
La cogida y la muerte

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publicado por jorge c. às 12:19
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Da arte

La première journée de la feria pascale d’Arles a débuté par une grande nouvelle, bonne pour les uns, mauvaise pour les autres : la tauromachie est classée au patrimoine culturel immatériel français. La France est ainsi le premier pays à reconnaître le caractère culturel de cette tradition taurine pourtant sujet à de nombreuses polémiques.



publicado por jorge c. às 11:58
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Democracia às vezes

Eu nem sou de intrigas, mas o sr. Poul Rasmussen é uma pessoa com problemas, não é?

Em primeiro lugar, o Presidente do PS europeu acha que a Europa está mal entregue no Parlamento que é o único órgão que ainda é eleito democraticamente por todos os cidadãos europeus. Portanto, o sr. Rasmussen primeiro acha que os especuladores estão a desgraçar as democracias, mas depois não acha nada bem que pessoas escolham livremente o Parlamento que entendem. Uma pessoa até fica baralhada. Mas há aqui um padrão. Honra seja feita aos socialistas europeus que são todos muito coerentes: ou eles ou o fim. A democracia é fixe, mas só quando se vota nos socialistas. Mais à esquerda temos os radicais irresponsáveis; à direita, os conservadores maus que têm como objectivo último destruir a humanidade. Só os socialistas querem o nosso bem. Somos mal agradecidos.

É também interessante como Rasmussen considera que a Europa está nas mãos erradas pelo lado da imposição da austeridade. Eu não sei o que ele andou a fazer estes anos todos, talvez os seus camaradas saibam, mas a União Europeia não determina descricionariamente muitas das regras que o senhor tanto critica. São regras estabelecidas, assinadas e ratificadas em Tratados por todos os Estados-membros. Não quer isto dizer que elas estejam absolutamente correctas, também acho que não estão. Mas quer dizer que, pelo menos, devemos cumpri-las enquanto estão em vigor porque se queremos uma prática solidária temos de ser responsáveis e mostrar que o somos e não querer mudar de regras a meio do jogo sempre que não são do nosso agrado.

Mudar de regras, de rumo e de filosofia monetária importa, acima de tudo, responsabilidade e continuidade. Os socialistas parecem não saber o que isto é. A culpa, claro, é da democracia.


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publicado por jorge c. às 11:14
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
A chantagem, a dúvida e o raio que os parta

Com os disparates consecutivos que o PSD anda a fazer, nem nos dá tempo para dizer mal do PS. Eu adoro desporto e entre correr 7 km's ou dizer mal do Partido Socialista fico sempre indeciso. E há muito espaço, atenção! O PS é o partido mais escorregadio de sempre da política portuguesa. Até o O'Neill sabia isso. E vocês também sabem, que eu sei. Nunca confiar num partido socialista cujos governos foram os que mais privatizaram em Portugal. É estranho. Ainda assim, e estando a par da malabarice nas entranhas do Rato, a malta ainda o defende porque - convenhamos, por amor de Deus - é o verdadeiro partido da esquerda democrática e republicana e séria e responsável e cuidado com o papão que ataca no armário a partir das duas, qual raparigas do Conde Redondo.

O descaramento dos socialistas a tratar as incoerências dos outros é fascinante. Sobe-se o tom, dramatiza-se um erro e está a tenda armada para o circo. Uma muito óbvia nos dias que correm é a da falta de programa. Isto como se o PS tivesse aí uma extensa proposta de resolução nacional que não a conversa de saco que apresentou em 2009 e que manifestamente não é uma alternativa à situação actual nem tão-pouco tem força revigorada para vingar a sua credibilidade. É que uma coisa é a irresponsabilidade de provocar eleições num período de ataques à credibilidade financeira do país e em que era preciso uma demonstração da força soberana, e outra completamente diferente é a sustentabilidade governativa de um executivo sem soluções e gerador de desconfiança institucional. O PS não se pode esquecer que, mais cedo ou mais tarde, o Governo caía. E caía bem. Era tudo uma questão de compassos mais oportunos.

No entanto, como se nada se passasse e estes tivessem sido os melhores 5 anos das nossas vidas, como aliás se viu naquela demonstração de culto ao Chefe no congresso socialista sem uma linha divergente, sem autocrítica, aí está o PS e os seus apoiantes independentes e imparciais a tentar convencer a populaça que se o PSD ganha é o fim do Estado Social. Ora, se para fazer uma alteração à CRP é quase preciso um tipo dar a mãe e o pai de penhor, era agora o PSD que ia acabar com o Estado Social só porque sim, porque lhes apetece. É preciso um descaramento que nem Iago teve na diabolização do Mouro. Outros Otelos, a mesma dúvida instalada.

Em rigor, estamos a assistir à mais vil chantagem psicológica feita por um partido em democracia: ou nós ou o fim. Este mesmo discurso repetido como um mantra - qual União Nacional!

E valerá a pena continuar a confiar neste discurso do PS? Não é só de Sócrates, é do PS, porque quem alinha em tudo não deixa de ser cúmplice desta aldrabice.

 



publicado por jorge c. às 11:43
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Gosto muito do Professor Marcello Caetano



publicado por jorge c. às 01:31
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011
A esperança que a democracia tem

A solução encontrada pela Presidência da República para a celebração do 25 de Abril em cerimónia solene foi muito bem conseguida. Sem Assembleia da República, era urgente marcar este 37º aniversário do 25 de Abril com uma cerimónia simbólica e forte. Era, por isso, de esperar que os discursos dos ex- Presidentes e mesmo o do Presidente se centrassem no momento sui generis da democracia em que nos encontramos.

De um modo geral, todos os discursos foram conduzidos pela mesma narrativa, apesar de diferenças significativas na sua gestão entre passado, presente e futuro. E é precisamente no momento actual que todos convergiram numa mensagem de cidadania e responsabilidade de todos, uma mensagem clara para uma democracia regenerada e revigorada. Talvez daí ter sido transversal a ideia pessoana de uma consciência de nós próprios e do que queremos fazer de nós.

Neste sentido, o discurso de Jorge Sampaio tem o brilhantismo da leveza e da serenidade, da lucidez do compromisso e da assunção dos erros. Sem dramas. Mas será necessária uma nova atitude, diz Sampaio. E essa atitude passará sempre por uma restauração da confiança para que possamos crescer consistentes. Também Sampaio se deixou convencer pelo problema do défice. A vida foi secada pelo défice e agora é preciso uma solução. Ironias do destino.

A tónica da integração europeia foi de Mário Soares que, num discurso competente, mostrou um quadro evolutivo da nossa existência em democracia e que passa hoje, fundamentalmente, por uma existência europeia. A cidadania europeia, coisa em que muitos ainda não pensam, é essencial para uma adequação mais justa e equitativa das regras, para uma maior solidariedade europeia. Para Soares, a crise cresceu dessa falta de solidariedade.

Eanes voltou um pouco ao mote de Sampaio, no sentido da autoconsciência. No entanto, concentrou-se mais na ideia de responsabilidades passadas, na "passividade cívica", na irresponsabilização individual e política. Foi também o único a lembrar os perigos da demagogia num contexto tão difícil. No fundo, foi um discurso muito semelhante ao de Sampaio na sua natureza, mas com um tom negativista que se afastou de todos os outros e que talvez tenha pecado por esse tom excessivamente negro.

É interessante ver como tudo isto traça o nosso perfil. Entre a saudade e a esperança, entre a culpa dos outros e a nossa própria culpa. Cada um a seu jeito, com raros movimentos de equilíbrio. Porque responsabilidade é a palavra que nos consome e que nem sempre sabemos o que fazer dela. Ela está ali, existe, nós sabemos isso e usamo-la em proveito próprio.

Salta também do discurso de Ramalho Eanes a ideia de um consenso político alargado que irá servir o discurso de Cavaco Silva. Ficou no ar se esta ideia pretende ser uma mensagem para os partidos se entenderem formalmente ou para deixarem apenas quezílias menores de lado. Mas o Presidente não insistiu e preferiu transmitir outra mensagem que pairou em todos os outros discursos: a ideia de que há gente capaz e competente, de que há uma esperança e um futuro, de que podemos ter cada vez mais mérito. E tudo isto só pode crescer e melhorar com uma cidadania forte e com o exercício exemplar da mesma, desde o voto ao caminho comunitário, feito de esforço colectivo. A História, lembrou Cavaco, existe para nos superarmos. No fundo, hoje como nunca, está nas nossas mãos.

 

 



publicado por jorge c. às 13:07
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Bom dia!


publicado por jorge c. às 11:10
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Domingo, 24 de Abril de 2011
A Melo Antunes

 

Estou muito indeciso em descer a avenida amanhã. Para mim seria a primeira vez porque este é o momento de marcar uma posição: este é o sistema em que eu quero viver, para além das suas fragilidades. Esta é a liberdade que eu quero para o meu país, uma liberdade responsável e legitimamente escolhida e representada. Devo isso a muita gente. Mas ainda tenho dúvidas em ir e descer ao lado daqueles que nunca me quiseram lá. Não que as gentes da minha linha ideológica façam questão de marcar presença, mas também há quem as veja como indesejáveis. Por outro lado, quero combater esse entrincheiramento e contribuir para uma democracia saudável em que se compreenda, de uma vez por todas, que em democracia cabemos todos. Descer essa avenida é, enfim, caminhar em liberdade mesmo que ao lado de quem não ache que somos dignos. Portugal e a democracia não têm donos.

 

Devo isto a Melo Antunes.



publicado por jorge c. às 19:24
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Ler e ouvir a Irene, sempre

A historiada Irene Pimentel não gostou das declarações recentes de Otelo Saraiva de Carvalho, que disse que, se soubesse como o país ia ficar, não teria feito a Revolução, contrapondo que "todos os portugueses são donos do 25 de Abril".

 

Se carregarem neste link que aqui vos disponibilizo - carregue neste link disponibilizado - podeis ainda ter a sorte de ver a Irene a dizer tudo isto e muito mais.



publicado por jorge c. às 15:34
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Vai ficar tudo bem

 

Sou um péssimo católico. Gozo com a religião, sou subversivo e já espetei uns belos pares de bandarilhas no cânone. Não acredito numa relação obstinada com a religião. Até porque a minha relação não é com a religião, mas antes com a sua natureza.

Não é muito cool um gajo acreditar em Deus. Ontem, um amigo ficou muito surpreendido quando lhe disse que acreditava. Como é que um tipo explica isto? Pá, é assim a vida, as far as i can see, mais vale uma pessoa acreditar, não vá o Diabo tecê-las. Ou como dizia um amigo meu: "acredito porque acredito". Sem mais porquês, é uma convicção sem precisar de provas em saquinhos de plástico ou comprovativos científicos assinados e carimbados por individualidade credível dentro de outro cânone. Outros credos.

É claro que isto leva-nos à descredibilização. Hoje o problema de um crente não é a imposição da fé, mas antes a própria fé. Chateia as pessoas. Que estupidez. Só pode ser burro. E assim é. Há que ter paciência e esperar que corra tudo bem. Afinal é isso mesmo, não é - acreditar que vai ficar tudo bem?

 


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publicado por jorge c. às 11:04
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Sábado, 23 de Abril de 2011
a love supreme

 

 


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publicado por jorge c. às 01:45
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011
may nothing but happiness come through your door

 

"It better work out
I hope it works out my way
'Cause it's getting kind of quiet in my city's head
Takes a teen age riot to get me out of bed right now"


publicado por jorge c. às 00:20
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Passos errados

Quando um partido político se dispõe a disputar o poder é conveniente que saiba gerir a construção do seu programa. Em política não se mostra serviço, mas sim estrutura e consistência. A serenidade que o sentido de Estado exige não é conseguida apenas através de postura e palavras vagas de um qualquer trabalho de escola feito em dois dias. Os cidadãos podem ser ignorantes, mas não são estúpidos. As pessoas sentem que há qualquer coisa que não bate certo. Vivemos um tempo onde cada vez mais se nota um primado da comunicação e da imagem sobre os conteúdos. Ora, à falta de conteúdos firmes e objectivos, de nada vale este tipo de serviços hoje tão requisitados.

Desde a sua tomada de posse como Presidente do PSD, Passos Coelho foi-se precipitando numa ânsia muito denunciada de chegar ao poder. É claro que se pretende que os partidos queiram o poder. O contrário é avesso à sua natureza. Contudo, é exigível a um partido como o PSD  que saiba o seu lugar e trabalhe com rigor e assertividade o seu programa e o seu eleitorado. Torna-se hoje claro que isto não aconteceu. Desde a sugestão inconsequente de Revisão Constitucional até ao encontro com as entidades internacionais de ajuda financeira internacional, foram demasiadas as inconsistências do PSD. Passos fez do PSD um partido inexperiente, coisa que até agora não fazia parte da imagem do partido. Que o líder seja tomado por inexperiente é uma coisa. Já que o partido se transforme à imagem e semelhança do seu líder é outra conversa.

Sem uma ideia para o país nas diversas matérias que importam ao Estado e à sociedade portuguesa em sentido amplo, Passos e o seu staff foram incapazes de mostrar aos portugueses que constituiam uma verdadeira alternativa com força e liderança suficientes para conduzir uma possível governação. Meia dúzia de palavras vagas não chegaram para mobilizar os eleitores. A pouco mais de um mês das legislativas, parece ser evidente que o PSD de Passos vai ter muitas dificuldades em recuperar os erros que tem vindo a cometer. E, acreditem, têm sido demasiados.



publicado por jorge c. às 00:24
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011
Outros armários

Em política, o simpatizante é o militante que não se assume, que não paga as quotas e que não se compromete. Ainda assim, o simpatizante tende a fazer menos autocrítica e mais claque. É estranho, mas acontece. É caso para dizer: saiam do armário.



publicado por jorge c. às 12:31
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Domingo, 17 de Abril de 2011
Um vício

Nobre dizia há dias que não conhecia o programa do PSD. É natural porque também não há grande coisa para além daquelas generalidades apresentadas no outro dia. Ainda assim lá vai a cabeça de lista. Eu sei que ele vai querer, sei que eles vão querer, vamos todos querer. É a tendência Primavera/Verão deste ano. Cabeça de lista is the new black.

Também Basílio Horta, que fez um like ao PS há uns dois ou três anos, vê-se agora a encabeçar listas dos socialistas por regiões damascenas, não obstante a total falta de exotismo, mas isso são outros quinhentos. O artista anteriormente conhecido como democrata-cristão preferiu abraçar a carreira no Estado da divina providência. Outros catecismos. Nada contra. Também eu sou pela liberdade individual.

Opções individuais à parte (é só curioso, nada mais) os partidos portugueses andam a ser alimentados por vícios de regime. A personalização do lugar político é um vício e dos maus, daqueles que encerram a substância eleitoral e valorizam a figura, numa lógica contrária ao que se pretende na democracia representativa.



publicado por jorge c. às 14:45
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ob-la-di ob-la-da

Tudo igual, no burgo. Hoje é Domingo. Sereno, o sol queima as roupas da catequese e silencia as ruas. Já se vêem as cavacas nos saquinhos de feira, já se cheiram as maias nos baldios e permanece o cheiro beato da água benta junto da porta da igreja. Está tudo igual. Uns morreram, outros emigraram, outros descasaram e muitos vão-se bebendo por entre os dias. Life goes on. Não há nada como uma crise. Se houvesse uma rainha das desculpas para as nossas castrações a crise estaria seguramente isolada a mais de 20 pontos da 2ª classificada. Isto está muito mau, Jorge. Pois está. Nunca esteve assim. Pois não. Houve um tempo em que fomos novos e o sol tirava-nos de casa. O rock soava todo o dia até de madrugada e acordava nas ruas de energia renovada. Talvez aquilo que nos faltou - uma renovação constante. Life goes on.



publicado por jorge c. às 11:50
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Sábado, 16 de Abril de 2011
o cabelo e a cidade


publicado por jorge c. às 12:49
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
Hibernar

Com a proximidade das eleições há algo que vai crescendo a olhos vistos, algo que fica adormecido mas que quando cheira a eleições aparece logo à tona: o maniqueísmo esquerda/direita. Tenho amigos que levam isto demasiado a peito. É a histeria absoluta. Tudo é monstruoso e grave. Tudo é motivo para a mais vil das discussões. Tudo é motivo para processos de intenções. É um excelente tempo para hibernar.



publicado por jorge c. às 11:17
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011
Estes dois cavalheiros têm algo para vos dizer


publicado por jorge c. às 19:03
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