Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Obrigado, Diogo



publicado por jorge c. às 13:10
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Domingo, 25 de Setembro de 2011
Adeus, Barcelona

Los aficionados los han llevado a hombros junto a una pancarta que decía: "Continuará..." Ojalá.



publicado por jorge c. às 22:38
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Nevermind

I'm worse at what I do best 
And for this gift I feel blessed 
Our little group has always been 
And always will until the end 

 

kc



publicado por jorge c. às 18:42
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Da civilidade

Há uns dias explicava a um estrangeira (assim mesmo, uma estrangeira) que, de toda a História de Portugal, o momento que mais me orgulhava era a abolição da pena de morte. Esse momento representa, para mim, um grande avanço civilizacional no caminho para uma sociedade mais inteligente e sustentável, mais esclarecida no estabelecimento consciente das regras.

Provavelmente, se eu fosse saudita estaria, hoje, muito orgulhoso do meu país por abrir o sufrágio às mulheres. É um sinal de que os tempos mudam e as realidades se transformam. É um sinal de que só com a integração e solidariedade podemos ter uma comunidade mais forte, porque justa.

Não deixa é de ser irónico que, quase ao mesmo tempo, se tenha executado um cidadão nos EUA - um exemplo para tantas outras coisas e, neste caso específico, uma amostra de paragem no tempo. A sua altura também chegará.



publicado por jorge c. às 13:51
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The joke is on you

A tendência, mais do que a moda, é um conceito muito interessante. Quando olhamos em volta e conseguimos perceber que algo está a nascer de uma idiossincrasia muito particular para se tornar num comportamento de grupo, numa tendência de época, acabamos por preferir a nossa velha atitude conservadora, demasiado portuense do "eu não papo grupos mas também não me vou chatear por causa disso".

Um dos últimos conceitos fashion da época é o de hipster. Trata-se de um conceito que mal nasceu começou logo a levar pancada. Ora, se o hipster é o pretensiosozinho anti-comercial, a sua crítica, baseada em moda de circunstância, é paradoxal. Não sei se me faço entender. 

Escrevo isto depois de uma tentativa de provocação que me fizeram. Confesso que, apesar de não ser muito dado a provocações (gosto de discutir, isso é outra coisa), fiquei a pensar no conceito. Hipster. Durante anos chamámos-lhe outra coisa qualquer. Sempre houve gente que se tentou marginalizar de uma forma muitas vezes patética, afastando-se do mainsteam ostensivamente como que por uma jogada de superioridade moral, qual bofetada de luva branca na imundice popular. Notou-se sempre isso na música. Todos tivemos o amigo que só ouvia coisas que ninguém conhecia. É claro que vai daí uma grande distância até à nossa própria ignorância. Eu não posso acusar alguém de pretensiosismo quando o problema é, efectivamente, a minha falta de conhecimento, de vontade e de disponibilidade.

Mas, este caso particular da moda do hipster muda tudo. Se o hipster se tornou numa personagem do mainstream, facilmente acusável, o verdadeiro hipster passou a ser o seu acusador, aquele que não alinha nas modas. O processo inverteu-se. E daí talvez não. De facto, o pretensioso esteve lá sempre, no crítico, no que não admite comercialização da sua própria atitude. Os conteúdos é que são flutuantes. A alternativa (ou o indie, como preferirem) de ontem é o mainstream de hoje. O alternativo é que mudou os gostos para não se deixar comercializar. Como se um disco pudesse deixar de ser bom de um dia para o outro só porque toda a gente o ouve. O protótipo do hipster nunca é genuíno por passar demasiado tempo preocupado com os outros, com o mesmo grau de futilidade de quem passa demasiado tempo ao espelho. Não existe grande diferença entre a arrogância vaidosa física e a intelectual. São ambas defeitos que nos impedem de sociabilizar mais, de comunicar, de estarmos de bem com a vida e nos obrigam a inventar uma marginalidade ridícula e inconsequente.


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publicado por jorge c. às 12:21
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Andy, are you goofin' on Michael?

A tarde foi abalada por uma notícia surpreendente: o fim dos R.E.M.. Surpreendente porque ninguém estava à espera que ao fim de 30 anos de carreira, aquilo que parecia uma instituição da música popular contemporânea, acabasse assim, abruptamente. Não tenho pena, confesso. Tenho mais pena da forma arrastada como iam passeando pelos discos, sem muito mais do que um esforço para ter material novo.

O caminho para a banalidade é assustador, porque fácil.

Lembro-me, porém, de um tempo em que ouvia o Automatic for the people todos os dias. Não todo. E, a grande maioria das vezes, uma só canção: aquela que me fazia sonhar com uma América que nunca poderia viver; a imagética de uma média-burguesia americana de tradição democrata mas, com uma evolução quase libertária-conservadora que víamos nas séries de televisão como Family Ties ou em filmes como On Golden Pond. Foi nessa canção que ouvi, pela primeira vez, falar numa das minhas maiores referências, o que daria, mais tarde, direito a um filme - Man on the Moon.

Dali, de onde eu estava, via nessa imagética a própria figura de Stipe, a figura de um burguês pretensioso, enjoado e imaturo. E gostava... a sério que gostava e gosto dessa figura que acabaria por escrever uma das mais belas canções de sempre - At my most beautiful - ou algumas das frases que mais sentido fizeram para mim em diferentes alturas das nossas vidas.

Nem todas como estas que, sempre que ouço, continuam a ter o mesmo efeito que tiveram por volta de 1994, quando as comecei a compreender, devagar: 

Moses went walking with the staff of wood. Yeah, yeah, yeah, yeah
Newton got beaned by the apple good. Yeah, yeah, yeah, yeah
Egypt was troubled by the horrible asp. Yeah, yeah, yeah, yeah
Mister Charles Darwin had the gall to ask. Yeah, yeah, yeah, yeah

Pois é.


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publicado por jorge c. às 21:46
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
Vitimização Impossível

Pedro Adão e Silva tem razão e não tem.

Tem razão quando diz que a discussão sobre a crise e a Europa foi desvalorizada durante o anterior Governo. Esta foi, fundamentalmente, a luta ilegítima de arredar os socialistas do poder.

Porém, não tem razão quando se refere a esse tempo com a expressão "com Sócrates". É que "com Sócrates" o argumento da crise e da Europa apareceu muito tarde, muito depois de Pinho-a-crise-acabou 2008, muito depois de orçamentos rectificativos atrás de orçamentos rectificativos e quase ao mesmo tempo do PECIV que, por acaso, não era senão uma actualização anual comum do PEC e que apenas trazia a alteração às pensões (depois acabaram por nos dizer que era exactamente o que estava no memorando da troika... nada de especial).

Uns meses antes de tudo isto, José Sócrates lá ia falando da crise internacional mas, sem se alongar muito. Como dizia Soares há umas semanas na Única, Sócrates não tinha grande cultura política. Por isso, limitava-se a repetir o que os seus conselheiros lhe iam dizendo. Tudo soava a um tremendo vazio.

Pedro Adão e Silva podia perfeitamente ter reforçado que a discussão de que fala é, agora, extemporânea e que muita gente alertou para isso numa altura em que se podia ter feito algo significativo. Não pode é colocar a questão com Sócrates na frente de um pensamento que o próprio parecia desconhecer e com o qual nada fez, de facto.

 

Adenda: O João Pinto e Castro alerta-me, num comentário, que a afirmação de Manuel Pinho é de 2006, pelo que deixa de fazer sentido o meu sarcasmozinho sobre essa questão.



publicado por jorge c. às 22:59
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011
O embaraço

A dívida da Madeira está a causar um embaraço dentro do PSD. Acontece que o embaraço suscitou uma reacção pouco nobre e paradoxal: a relativização.

Não podemos, de modo algum, andar durante 6 anos a apontar o dedo por causa de uma relativização politicamente prejudicial e pouco transparente para, depois, cair no mesmo erro. Para além da falta de imaginação é, também, falta de consciência crítica. Esta parece ser a doença dos tempos que correm.



publicado por jorge c. às 22:25
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011
O conservador passeia o seu fatalismo por Lisboa

Para minha felicidade, não tenho podido assistir aos debates parlamentares. Porém, há pouco vi um breve resumo da sessão de hoje, do debate quinzenal com o Primeiro-ministro. Pela primeira vez, algo que já há muito receava, aconteceu: caiu-me a ficha. Pedro Passos Coelho e António José Seguro.



publicado por jorge c. às 00:17
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2011
Métodos quantitativos

Parece que a OCDE quer passar a concorrer com o Guinness. Para a organização, o relevante em programas como as Novas Oportunidades parece ser o método quantitativo e o resultado consequente. É indiferente se, neste programa de ensino, houve um reforço essencial das competências que justifiquem uma nova graduação.

Provavelmente, aqueles que como eu não acreditam na legitimidade destes diplomas, estão enganados e quem está certo são os defensores das Novas Oportunidades e a OCDE que relativizam o valor do mérito e optam pelo primado da quantidade de diplomas. Também é provável que o mercado de trabalho queira apenas gente mais habilitada mas, com o mesmo nível de competências, para efeitos estatísticos.

Tudo isto é provável. Mas, daí a "sustentar o sucesso de Portugal"... permitam-me discordar. O que pode sustentar o sucesso de Portugal é a sua capacidade para competir, os seus índices de inovação social e económica, o seu potencial empreendedor, a mobilização cultural e artística, etc. É com estes indicadores que Portugal é bem sucedido, porque isto só acontece quando os recursos humanos reúnem um conjunto de competências que lhes permite desenvolver ferramentas que sustentem o desenvolvimento. Em suma, só acontece por causa do mérito posto em prática.

Nenhum sucesso é mensurável pela quantidade, a não ser o dos recordes do Guinness.



publicado por jorge c. às 09:47
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Domingo, 11 de Setembro de 2011
Tatuagem

Por cada corpo que cai, uma aflição. Todos os anos. A memória. Onde estavas eu estava ali e eu ali e eu a fazer e a acontecer o mundo inteiro a mexer-se e Nova Iorque a dormir como se alguém sonhasse alguma vez que o mundo a humanidade se violentasse assim. Eu estava lá longe a decorar critérios e normas e conteúdos de normas para quê? para que a memória não falhe a dogmática mesmo não estando lá. "A falsa intimidade da televisão", da dela, a preto e branco os corpos a cair a humanidade a cair e a memória todos os anos de uma falsa intimidade da televisão a preto e branco e o telefone de S. a tocar para dizer que o mundo está a cair, a angústia em directo e as lágrimas que caem todos os anos porque o mundo está a cair. E a memória sempre a memória a correr como algoritmos para que não te esqueças dos critérios das normas determináveis que determinam e que deixam de determinar e que precisam da nossa conformação até que nos conformamos e o mundo começa a cair aos poucos e reconstrói-se aos poucos ferido no orgulho e na inocência, a reagir ao medo aos barbudos ao diabo. Não é a bolsa que está a cair estúpido é o mundo e nós com ele a magoar os outros por causa do medo e a tolerância escrita em algoritmos vê lá não te enganes que não pode ser com todos só com alguns. Acordar outra vez em Nova Iorque todos os anos para que a memória te ajude a pensar em dias melhores.

 



publicado por jorge c. às 10:34
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Sábado, 10 de Setembro de 2011
A well respected man

Não sei ao certo se já estaríamos em Março. O inverno ainda se mantinha generoso, prolongando-se como é desejado. Gosto muito de Lisboa sob chuva. É uma cidade conservadora. Quando entrou, já tarde, fiquei com a sensação de que aquele momento faria todo o sentido para o resto das nossas vidas. Da minha, em particular. O meu ganho foi muito maior.

Mas, voltemos atrás. A primeira vez que o vi vestia umas asas de anjo, como quem veste uma farda. Estava ali atrás, parado, com um ar meio tosco. Deu-me uma súbita vontade de sorrir. Como se a sua profissão fosse a ternura. "O que fazes da vida? - Divirto as pessoas com ternura." A partir daí fui acompanhando as suas crónicas que iam sendo espalhadas por onde desse. Sempre pensei nele como um tarefeiro da escrita. Coisa feia, talvez. Mas, se virmos bem, nem seria tão mau quanto isso se a tarefa não fosse o serviço mas, antes, a missão. Depois surgiram os blogs, a rádio, a televisão, novamente, e passaria a acompanhá-lo com mais regularidade. Começa, então, a desenhar-se melhor uma figura com características muito bem definidas.

Naquela noite, e no preciso momento em que entrou, essa imagem consolidou-se. Conversámos ao jantar, trocando cumplicidades como quem troca cromos. A música, a poesia, o humor. Coisas que, no fundo, nos aproximam ainda hoje mas, não mais do que essa forma única que o Nuno Costa Santos tem de se relacionar com as pessoas, sempre atento, sempre à escuta, cheio de humanidade atlântica nos olhos. Da sua generosidade intelectual nasce uma intimidade que nos envolve com facilidade. Aprendemos a partilhar as ideias com maior naturalidade e no fim é muito provável que ele nos diga "isso é uma grande frase".

Hoje, o facebook anunciou-me que o Nuno faz anos. Já ninguém usa caderninhos para apontar datas. O filofax está morto. O facebook veio substituir os bairros e só com muito boa vontade os poderemos reconstruir, de saco de plástico na mão, atentos aos traços das esquinas. Às vezes, quando dou uma volta aqui pelo meu bairro, penso nele e pergunto-me: o que é que o Nuno diria? Nunca consigo chegar lá. Mas, o que quer que fosse, seria bom.

 



publicado por jorge c. às 11:14
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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011
Ensino Superior

Numa altura em que as instituições de Ensino Superior estão absolutamente concentradas no seu enrollment, não há jornal americano que não fale no assunto. Por cá, é matéria pouco (ou nada) explorada. Mais cedo ou mais tarde, teremos de começar a discutir a filosofia do nosso Ensino Superior. Nos próximos anos, muita coisa mudará.

Trata-se de uma matéria sensível porque envolve duas realidades estruturais da nossa sociedade: a formativa e a financeira. A sua existência é indissociável. Porém, a discussão entrincheira-se em torno das duas devido a dogmas que podem, ou não, fazer sentido nos tempos que correm. Um dos maiores dogmas do Ensino Superior encontra-se na sua estrutura académica, no valor da investigação e na centralidade do docente.

Podemos encontrar abordadas neste extraordinário artigo no New Criterion algumas destas temáticas. Numa crítica muito interessante a 3 obras sobre o tema Ensino Superior, são apontadas as fragilidades das duas facções neste debate.

No entanto, o seu autor continua a insistir naquilo que me parece um erro fundamental e que corrompe ab initio a discussão. Quem é afinal o beneficiário do Ensino Superior? Será o académico ou será o estudante? O que procuram as entidades empregadoras nos licenciados? E o que esperam os estudantes das suas instituições de ensino?

Não podemos, de modo algum, dissociar o rigor e a excelência académica dos serviços que as Escolas podem disponibilizar ao Estudante. O empregador procura, hoje, cidadãos completos, com capacidade de resposta às necessidades prementes. Ao dirigir toda a sua atenção para o âmbito académico e científico, as direcções não estão a ir ao encontro das exigências do exterior e estão, uma vez mais, a fechar-se num circuito elitista e menos plural.

É este, em suma, o erro de James Pierson ao ignorar o potencial dos serviços não-académicos, administrativos, que, no seu entender, constituem um custo demasiado elevado para o seu resultado.

Veja-se o caso de outra particularidade que o próprio traz à colação: a inconsequência de políticas de investigação para as humanidades. Seria fundamental que, nos serviços não-académicos, as Escolas tivessem mais colaboradores ligados às humanidades de forma a responder melhor a necessidades contemporâneas.

Por último, a questão do professor/investigador parece-me de grande relevância. Já a deveríamos estar a ter em Portugal. Fará sentido um docente estar concentrado na investigação ao mesmo tempo que é exigível que se foque na formação das centenas de estudantes a seu cargo?

Tudo isto precisa de muita reflexão. E de muito realismo, já agora.



publicado por jorge c. às 23:24
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Divide et impera

Existem duas maneiras legítimas de fazer oposição em democracia, compatíveis entre si: demonstrar o erro ou promover uma estratégia dissimuladamente. A segunda será mais difícil quando na governação está um executivo simples e sólido, ainda que minoritário. Nesse caso, como aconteceu há uns meses, só uma união entre facções divergentes (esquerda e direita) poderá ter sucesso para derrubar um Governo. Esta solução é arriscada; dir-se-ia contraproducente. No entanto, será mais fácil quando se trata de um Governo de coligação onde a fronteira ideológica está perfeitamente definida, tal como no momento actual.

A estratégia que é, hoje, evidente para derrubar o Governo, apesar de não trazer novidade, é muito interessante. Mais interessante do que a anterior, que é apenas feia. Ela passa, essencialmente, por empurrar um dos elos da coligação contra o outro, criando-lhe a dúvida sobre o seu valor executivo. Isto é quase Oteliano (ou Shakespeariano, se preferirem). Na esperança de derrubar um Governo por outros meios que não as eleições, a oposição actual tenta que seja, antes, o Governo a derrubar-se a si mesmo. O BE, por exemplo, chega mesmo a permitir-se participar nesta demanda ao lado dos que lhe chamaram irresponsável e inconsciente por alturas da sua famosa moção de censura ao executivo anterior (repare-se que eu tento, sem habilidade, aplicar a mesma estratégia).

Otelo não aguentou a pressão que lhe foi induzida por Iago. A dúvida e a consequente revolta acabariam por triunfar e derrubar o próprio Mouro. Contudo, Iago nunca se deixou apanhar.



publicado por jorge c. às 00:51
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Domingo, 4 de Setembro de 2011
Uma constatação

Vejo mais pessoas do PSD indignadas com o Governo em funções, do que socialistas a reconhecerem erros do Governo anterior. Just sayin'.



publicado por jorge c. às 10:34
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Sábado, 3 de Setembro de 2011
A renda

"Consultei uma pessoas que me aconselharam a baixar a renda para 750€", diz-me por email, referindo-se a um apartamento numa zona afastada do centro da cidade. Um T2. Cento e cinquenta contos. A desadequação do mercado de arrendamento à realidade do país é tal que chega a ser cómica. Mais graça acho aos que ficam chocadíssimos com pessoas que vivem em casa dos pais até tarde.

A vida não está para inícios.



publicado por jorge c. às 10:07
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