Domingo, 8 de Agosto de 2010
A ler...

Mas, mesmo que se desse razão ao PGR, é absolutamente inaceitável que num estado de Direito qualquer titular de um cargo público apareça a reclamar das competências que tem, as quais resultam directamente da lei. As pessoas, quando aceitam cargos públicos, sabem quais são as competências que possuem, e devem actuar no estrito quadro da mesmas. Se entendem que esse quadro não é adequado, não devem sequer aceitar o cargo. Discutir o enquadramento da competência do PGR e o papel que deve ter o Ministério Público é tarefa para os políticos e não para o PGR em funções, que tem o dever de permanecer alheio a essa discussão e muito menos deve entrar em polémica com os sindicatos dos profissionais sob a sua tutela.


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publicado por jorge c. às 11:10
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1 comentário:
De Pao Metálico a 8 de Agosto de 2010 às 11:46
Tu que és um gajo novo, nunca consideraste a hipótese de te pirares enquanto é tempo?

Eu infelizmente já não posso. Quem é que quer uma velha carcaça ― embora de boa qualidade ―, ainda para mais, acompanhada de 9 cães?


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