Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010
Geral e abstracta

A lei quer-se geral e abstracta. Legislar sobre um caso concreto é um precedente perigoso que pode gerar uma discricionariedade que não é típica dos Estados democráticos.

A distribuição de dividendos no cenário de que tivemos conhecimento há umas semanas é eticamente duvidosa. Ainda assim, nunca poderá ser motivo para legislar por se correr o risco da insensatez e da falta de lucidez.

Mas não deixa de ser engraçado que os comunistas e bloquistas, sempre tão atentos às conspirações governamentais nestas situações em que a lei é "feita para alguns", venham agora pretender a uma idêntica discriminação.



publicado por jorge c. às 18:27
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2 comentários:
De Daniel João Santos a 2 de Dezembro de 2010 às 22:16
mas o senhor Assis não precisava de exagerar.


De jorge c. a 4 de Dezembro de 2010 às 03:01
É uma pressão. Acho justificável pela gravidade demagógica. Pareço monotemático na questão da demagogia, mas, de facto, são tempos propícios (lá me estou a repetir).

Um abraço.


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