Domingo, 2 de Janeiro de 2011
Brook, o teatro e nós

A saída de Peter Brook do teatro parisiense não é irrelevante, sobretudo quando falamos em 36 anos. Mas, é de assinalar a marca deixada pelo inglês como seria de qualquer outro encenador/produtor que deixa a sua assinatura na forma de fazer teatro. Em Portugal, a permanência de encenadores durante muitos anos no mesmo teatro, ou na mesma companhia, significa muitas vezes um acomodamento negativo, quando deveria antes significar um estilo dentro de uma diversidade de estilos.

Podemos aprender muito com estes 36 anos de Brook em Paris pelo seu vanguardismo e pelo trabalho inovador constante. Uma das formas de suportar essa mesma constância é a natureza do financiamento, e se calhar é mesmo essa discussão que temos de recomeçar. E as escolas, claro, sempre as escolas. São já três tópicos de discussão: o estilo e a diverdidade de estilos, o financiamento e as escolas.



publicado por jorge c. às 14:09
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