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Manual de maus costumes

Manual de maus costumes

11
Jun10

O fundo

jorge c.

Já aqui disse algumas vezes que não é a pessoa que ocupa o cargo de Primeiro-ministro que deve ser defendida incondicionalmente, mas sim o cargo em si mesmo.

José Sócrates blindou-se desde muito cedo com a história dos ataques pessoais, lembrando um pouco aquela psicologia de liceu em que qualquer crítica que se faça a outrém é pura inveja. O sectarismo fez o resto. Tratou de identificar alvos específicos que, sempre que apontassem uma crítica, seriam logo trucidados pelos cães de fila. Estarão certamente recordados da célebre expressão de Santos Silva do "malhar".

Pois bem, é esta ideia do "malhar", do dogma do líder, da incontestabilidade, que provoca parte da má política. O interesse que deveria ser nacional é reduzido para o campo partidário ou até mesmo pessoal. Relativiza-se tudo e tudo serve como causa de desculpabilização. É um espectáculo triste que muita gente nem vê.

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