Quinta-feira, 17 de Março de 2011
sejam muito amigos!

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sejam amigos!

 

 

e tenham um feliz st. patrick's day.



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Terça-feira, 15 de Março de 2011
Is this it

Os Strokes têm álbum novo prestes a sair. Para já pode ser ouvido em stream no site.

Ouvi só o single e fiquei desolado. Agora tenho receio de ouvir o resto e ficar tão desiludido que não consiga voltar a olhar para a banda que me abriu um século com uma estética pós-adolescente que dificilmente me assentaria melhor. É como em tudo na vida: teremos sempre Paris.

 


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publicado por jorge c. às 17:48
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Segunda-feira, 14 de Março de 2011
a minha revolução


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publicado por jorge c. às 01:45
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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
A música portuguesa se gostasse dela própria

Não me recordo onde ouvi Fernando Tordo dizer que os putos tocam o que ouvem na rádio. Nada mais verdade, se entendermos "rádio" como um símbolo da difusão cultural da época. Tal como eu, milhares de pessoas da minha faixa etária, e até das que estão à volta (permitam-me este exercício de egocentrismo) cresceram sob uma forte influência da cultura anglo-saxónica. Talvez mais do que qualquer outro grupo etário, aquele em que me incluo levou com uma dose grande da cultura popular britânica e americana. A partir desse momento, a expressão cultural, o raciocínio artístico ou a linguagem criativa têm uma matriz não tradicional, exterior ao meio. É natural que assim a expressão se faça nesse sentido.

A minha base cultural é americana. Quando penso em fazer música ou tocar faço-o naturalmente em blues, country ou rock'n'roll. Quando imagino um diálogo para ficção humorística, imagino-o numa língua que não é a minha. Mas quando penso ou escrevo no sentido mais literário faço-o em português. A minha cultura tem, assim, natureza diferente que varia consoante a forma como me chegou o objecto cultural e a qualidade desse mesmo objecto ou o interesse que ele suscita.

Já se tentou de tudo para modificar esta realidade. Normalmente vai-se pela lógica da obrigação: quotas, imposições editoriais ou de agenciamento, etc. Mas a cultura popular portuguesa parece não interessar aos mais novos, àqueles que estão em formação e mais permeáveis à influência cultural. A imposição editorial, por exemplo, não resulta porque para o fazer tem de se ter algum poder (financeiro e de lobby). Em Portugal só o tem quem participa no mercado mainstream que é um mercado com um enorme défice de criatividade, qualidade e inovação. Qual será a solução?

Ontem, pouco antes do Benfica, falávamos de Tiago Pereira e dos seus documentários. "A música portuguesa se gostasse dela própria". É uma frase do João Aguardela (vide vídeo vici) que descreve muito bem a raiz do problema: do preconceito à falta de auto-estudo. Mais tarde, passámos perto do Rock Rendez-Vous e lembrei-me do Aguardela, de como nos faz falta haver referências com essa auto-estima de que o próprio fala.

A importância dos docs do Tiago Pereira está exactamente aqui: na forma como nos descobrimos e reinventamos. É essa a solução.



publicado por jorge c. às 13:56
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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Lisboa em dourado e escarlate


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publicado por jorge c. às 13:35
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
A Senhora Merkel não conhece a grande revolução


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publicado por jorge c. às 12:43
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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
É a cultura, estúpido

Quando comecei a ler isto pensei que fosse uma reportagem da estratosfera. Depois lembrei-me que estávamos a falar de um país demasiado grande para se conhecer a si própio, quanto mais ao resto do mundo. Já no fim, não pude deixar de aceitar que é uma realidade cada vez mais nossa. Basta ligar as rádios com maior audiência e ver a música que passam, a ideia errada que dão do espectro musical, da cultura popular contemporânea e como embrutecem as pessoas. E o processo repete-se várias vezes ao dia.

Esta semana, quando a Ministra Canavilhas apresentava o pacote, vi Tozé Brito a pairar por ali. Como diziam os Taxi, estamos condenados à chiclet. E isto, meus caros, já não é elitismo da minha parte, é uma preocupação séria com a estupidez alheia.



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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
Funerais

Primeiro os White Stripes, depois os Gorillaz, os LCD Soundsystem e agora The Streets.


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publicado por jorge c. às 14:20
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011
let my people go II

 



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let my people go

 



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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011
it's better to burn out than to fade away

É o fim para os White Stripes. Num comunicado no seu site oficial os Whites anunciam o seu fim não alegando qualquer motivo especial e sem desculpas. Acabou, deixemos ficar as coisas onde estão. A música, a arte, devem ser respeitadas e deixadas no seu lugar para que delas tenhamos uma boa referência enquanto memória.

 

 


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publicado por jorge c. às 17:54
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011
Cristina Branco


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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011
E agora já chega de presidenciais e conversa chata

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publicado por jorge c. às 13:24
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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011
polly jean



O regresso da PJ deixa este cidadão cheio de alegria.

 

(Atentai ao pormenor final da referência ao Summertime Blues do Eddie Cochran.)


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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
depois da tempestade

 

"É, meu amigo, só resta uma certeza: é preciso acabar com essa tristeza. É preciso inventar de novo o amor."



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Sábado, 1 de Janeiro de 2011
acordar em janeiro

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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010
O Rei dos Judeus - Feliz Natal


publicado por jorge c. às 14:07
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Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010
none but ourselves can free our mind

Logo à noite, os Clash City Rockers sobem ao palco para o seu concerto anual de homenagem a Joe Strummer. Porquê? Porque a memória é para se alimentar, nem que seja por 2 ou 3 concertos por ano, e o futuro escreve-se com ela - a memória do que podemos ser. Hoje, na Tertúlia Castelense é isso que se vai fazer com o máximo de rock possível.

 



publicado por jorge c. às 17:09
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A merda - mais uma indignação musical

A modinha dos tributos a gente morta tem que se lhe diga... Mas, enfim, não é para falar de ganhar dinheiro a partir da falta de gosto e critério alheios que estamos aqui reunidos.

Já tinha reparado no disco Zeca Sempre. Ignorei. Mas há uns dias, uns amigos disseram-me que existia um vídeo com o single "O que faz falta". Aparentemente, os artistas e a produção acharam natural que, logo no segundo verso, se censurasse a palavra merda. Ouvimos todos bem: num disco de tributo a Zeca Afonso - uma das figuras que mais lutou contra a censura e a quem deveríamos agradecer todos os dias - censura-se uma palavra. Fui confirmar (confirmem lá) e era mesmo verdade.

Vale a pena discutir isto. Porque este higienicismo da linguagem, esta hipocrisia que esmaga toda uma cultura é que é o palavrão. Merda, caralho, foda-se são palavras maravilhosas ao pé da censura higienicista. Mas, num país de tributos comerciais a gente morta prefere-se a aparência e a mãozinha à frente da boca do que a expressão de indignação e revolta. Aponte-se o dedo a esta gente e humilhe-se esta miserável existência que é estúpida e que nos quer estupidificar limpando aquilo que em nós é genuíno e honesto.

 

Quando a música que te dão sabe a merda o que faz falta é avisar a malta, é o que faz falta.

 



publicado por jorge c. às 14:14
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